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Design de Produto | Biennal de Saint Etienne

Um dos curadorares da Bienal de Saint Etienne é o designer industrial Sebastian Bergne, responsável pela exibição da mostra “Design with Heart”, que discute a construção de objetos rotineiros, sua real utilidade e relevância pela sua forma e função dentro do contexto social e cultural da nossa sociedade.

Em um mundo com tantas coisas e com tantas aquisições inúteis, o que faz desses objetos físicos se relacionarem conosco em outros campos, como por exemplo o emocional?

A nossa relação de confiança com artefatos de marcas e propriedades distintas são um fator importante sobre as nossas escolhas mundanas, e entender esse processo deve fazer parte da vida de todos nós, não exclusivamente de designers. No vídeo abaixo ele discute um pouco desse processo de entender artefatos e fala um pouco da criação de alguns de seus produtos.

Design with heart – by Sebastian Bergne from Sebastian Bergne Ltd. on Vimeo.

Aliás, analisar processos internos e externos de relação com sentimentos e ações – físicas e emocionais – devem estar presentes no nosso cotidiano. Entender o coração, a mente e como ser nós mesmos é um exercício diário muito interessante.

Eu vi aqui e recomendo para todo o mundo ver!


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Entrevista | Rodrigo Maia

Ok, vocês já viram o sucesso do meu bom amigo Rodrigo Maia na Computer Arts e no FlavorWire.

Mas ele se manteve humilde quando eu resolvi fazer umas perguntas mais aprofundadas. Você pode conhecer todo o projeto New Records Old Covers no Tumblr especialmente criado para ele.

RHG: Qual a sua relação com a estética de jazz covers? Quais os elementos que você mais preza daquela época?

Quando descobri o trabalho do Reid Miles, foi paixão ao primeiro Duotone, a força do elemento fotográfico, a tipografia que aparenta simplicidade, mas esconde um grid rígido e complexo, e a capacidade de transmitir o “mood” das gravações contidas nos LPs com poucos elementos. Miles nos deixou uma lição muito valiosa, que na minha opinião, é o valor do elemento tipográfico e fotográfico, e força que eles podem ter quando não há nada no caminho.

RHG: Como é a sua estruturação de brainstorming? Você pensa em formatos? Cores? Detalhe para a gente um pouco de como é dentro da sua cabeça.

Tudo começa com esboços bem rápidos a lápis, tentando encontrar uma composição que funcione com os nomes das bandas e dos álbuns, pensando principalmente na quebra de palavras e na massa do texto. As cores são um processo um pouco mais complexo. Cada álbum soa de uma cor pra mím, e são essas cores que sigo. É uma coisa quase sinestésica, só que sem a parte que eu vejo as cores ao meu redor (o que seria incrível, por sinal).

RHG: Como você acredita que o bom design pode se relacionar com o século XXI, onde as imagens e palavras são cada vez mais efêmeras no meio digital?

Acho que temos que lembrar dos antigos mestres (Miles, Crowel, Vignelli, e tantos outros) e lembrar que Design deve sim, seguir uma função. Com o cenário que temos hoje em dia, com cada vez mais informaçoes sendo enfiadas em nossas retinas, quanto mais direto e simples for o layout, melhor ele vai passar pelos muros de rúido que criaram (e que nós mesmos criamos) ao nosso redor.


RHG: Como você pensa na nova representação para a banda? A identidade sonora entra como referência no seu processo de identidade visual? E a identidade visual
já criada pela banda, onde ela fica no processo?

Quando escuto um álbum, ele automaticamente cria um universo paralelo próprio dentro de mím. Um álbum de Dark Jazz me leva para um bar com poltronas de couro, um álbum do Fleet Foxes ou Iron & Wine me leva para uma cabana no meio do nada, e por aí vai, e isso reflete no que quero passar com a nova apresentação, quero passar por meio de formas e cores o que eu senti por meio de acordes e notas. Quanto a identidade já criada pela banda, tento não leva-la em conta, e trabalhar a partir de uma tela em branco.

RHG: E por último: quais são três destrezas profissionais que todo e qualquer designer deve possuir?

Poder de síntese, capacidade de adaptação e uma legítima e cegante paixão pelo que faz.


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THE FILM before THE FILM

Ok. Tipografia. Filmes. Títulos tipográficos em filmes.
Esse é um mini documentário produzido por alunos da BTK (Berliner Technische Kunsthochschule) e é muito bacana.

THE FILM before THE FILM from ntsdpz on Vimeo.

E se você quiser saber um pouco mais sobre a arte dos títulos de filmes, deixo uma dica: http://artofthetitle.tumblr.com/


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Puro Romantismo Criativo

Sou sempre a favor de uma boa sacada quando falamos de design de produto. É forma e contexto super linhadas com uma necessidade do cotidiano em uma faceta completamente nova.

Eis a loja francesa Atypyk com os seus produtos muy espertos:

Camisinhas com o Kama Sutra ilustrado:

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Um band-aid que auxilia o pedido de casamento durante uma fase monetária ruim:

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Um espelho Photoshop:

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Porta-copos com figuras de análise de Rorschach:

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Vou deixar o resto para vocês descobrirem sozinhos. É só clicar aqui.

Vi aqui e recomendo para todo mundo!


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Posters Gigantes para o Dia dos Namorados

Valentine’s Day lá fora significa um aumento significativo na breguice alheia.

Mas, os posters gigantes da Oh Happy Day, ganharam o meu coração. Aliás, se você não é designer, o arquivo está disponível para download & impressão. Fica uma boa dica para junho.

O mais bacana são as fotos do projeto, que você vê abaixo:




Para baixar os arquivos é só clicar aqui.

Vi aqui e adorei.


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Juntando a fome com a vontade de comer

Amo cachorros. A prova mais recente disso é o Cachorro Alheio, que hoje tem domínio próprio, recebe cerca de 15 fotos por dia de gente cachorreira como eu e está quase com 800 likes no Facebook.

E eu amo tatuagens.

Gonçalo Campos é brilhante e compôs um cachorro de cerâmica que une os dois universos brilhantemente.

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Vi aqui e recomendo.

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